O Reforço do Poder Real e a Criação da Common Law

3 min de leituraHistória

1. A chegada da dinastia Plantageneta

Depois da conquista normanda, a Inglaterra não ficou parada no tempo.

Outras transformações vieram, e uma das mais importantes foi com a chegada da dinastia Plantageneta ao trono, lá no século XII.

Quem deu início a essa nova fase foi Henrique II, um rei que queria colocar ordem no reino e reforçar seu poder.

Mas como fazer isso num lugar onde cada nobre queria mandar mais que o outro?

Henrique II percebeu que, pra controlar o território, ele precisava controlar a justiça.

Isso mesmo! Em vez de deixar cada região aplicar suas próprias leis, ele começou a criar um sistema jurídico comum pra todo mundo.

Nascia aí a famosa Common Law, um conjunto de leis que valia para todo o reino, acima dos interesses locais.

(Sugestão de recurso visual: linha do tempo com a transição dos normandos para os Plantagenetas, destacando a ascensão de Henrique II.)

2. A criação da Common Law e a centralização do poder

A Common Law não era apenas um conjunto de regras.

Era um jeito de afirmar que o rei estava acima de qualquer senhor feudal.

Ela ajudava a resolver conflitos de forma mais justa (ou pelo menos, mais centralizada)

e evitava que os nobres fizessem o que bem entendessem.

Além disso, ela ajudava a unir o reino, já que todos passaram a responder à mesma estrutura legal.

Essa mudança pode parecer meio técnica, mas pensa comigo:

Se antes cada região tinha sua própria justiça, agora todo mundo precisava responder à justiça real.

Isso dá ao rei um poder gigantesco, né?

(Sugestão de recurso visual: imagem ilustrativa mostrando o conceito da Common Law e sua aplicação no reino.)

3. Ricardo Coração de Leão e as Cruzadas

Henrique II foi sucedido por seu filho, Ricardo I, mais conhecido como Ricardo Coração de Leão.

Se você forçar um pouco a mente, vai lembrar que vimos que ele ficou famoso por participar da Terceira Cruzada,

um conflito religioso que envolvia cristãos e muçulmanos pela posse da Terra Santa.

Mas tem um detalhe: Ricardo passou tanto tempo fora da Inglaterra que mal conseguiu governar de fato.

Seu foco estava nas guerras no Oriente Médio, e isso deixou o poder dentro do reino meio solto, enfraquecendo a centralização que Henrique tinha tentado construir.

(Sugestão de recurso visual: mapa das Cruzadas destacando a participação de Ricardo Coração de Leão na Terceira Cruzada.)

4. O reinado conturbado de João Sem Terra

Quem assumiu depois de Ricardo foi seu irmão, João Sem Terra.

E olha... o reinado dele foi tudo, menos tranquilo.

João entrou em conflito com praticamente todo mundo:

A França, o Papa e, principalmente, com a própria nobreza inglesa.

Ele perdeu terras na França (daqui o “sem terra”), entrou numa crise com a Igreja

e ainda tentou aumentar impostos sem combinar com ninguém.

Esse tipo de atitude irritou os barões ingleses, que se juntaram e obrigaram João a assinar um documento muito importante: a Magna Carta, em 1215.

Mas isso é papo pro próximo capítulo.

Por enquanto, o que importa entender é que os esforços de centralização do poder começaram com força total com Henrique II e a Common Law,

mas enfrentaram muitos altos e baixos com os reis seguintes.

(Sugestão de recurso visual: quadro com os principais reis do período e suas ações políticas - Henrique II, Ricardo Coração de Leão e João Sem Terra.)

(Sugestão de recurso visual: retrato ilustrado de João Sem Terra com setas apontando para os conflitos com o Papa, a França e a nobreza inglesa.)

Junior, o parceiro de estudos da Fracta
Isso foi só a base

A teoria é só o aquecimento.

Você já começou a entender O Reforço do Poder Real e a Criação da Common Law. O que muda o jogo é o que vem agora — praticar, tirar dúvida na hora e seguir um plano feito pra você.

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