A Nova Alemanha e seus Impactos na Europa

3 min de leituraHistória

1.O nascimento do Segundo Reich

Lembra que no último capítulo a gente falou da coroação de Guilherme I no Palácio de Versalhes?

Aquele momento foi o nascimento de um novo país: o Segundo Reich,

ou o Segundo Império Alemão.

Com a Prússia no comando, a Alemanha não era mais um monte de pedacinhos,

mas um país de verdade, com um governo central e um exército superpoderoso.

E olha que o desenvolvimento da Alemanha foi tipo um foguete!

A indústria, que já era forte na Prússia, cresceu ainda mais.

Fábricas de armas, ferrovias, tudo se expandiu numa velocidade impressionante.

A Alemanha se tornou uma das maiores potências industriais da Europa,

competindo de frente com potências antigas como a Inglaterra e a França.

2. O fim do "equilíbrio" na Europa

A gente já viu que, lá no Congresso de Viena, em 1815,

os países europeus tentaram criar um "equilíbrio" de poder para evitar mais guerras.

Com a Alemanha unificada, esse equilíbrio foi para o espaço.

Imagina que a Europa era um grupo de amigos, e um deles, que era super atlético,

de repente se juntou a outros caras fortes e formou um time imbatível.

É claro que isso ia deixar os outros amigos com medo, né?

A Alemanha se tornou uma potência política e militar, e isso gerou um monte de tensão.

Os países vizinhos começaram a ficar desconfiados,

e o medo de que a Alemanha quisesse dominar tudo só aumentava.

3. A rivalidade com a França: a perda da Alsácia-Lorena

Entre todos os países, a França foi a que mais sentiu a unificação alemã.

Pensa comigo: eles foram humilhados com a coroação de Guilherme I dentro da própria casa deles,

no Palácio de Versalhes,

e ainda perderam dois territórios super importantes, a Alsácia e a Lorena.

Essas regiões eram ricas em minério de ferro e carvão,

que eram matérias-primas essenciais para a indústria.

A França perdeu dinheiro, poder e, principalmente, sentiu o golpe no orgulho.

Esse sentimento de "revanchismo", ou seja, de vingança,

foi crescendo e virou um dos maiores motivos de rivalidade na Europa.

Ficou claro que, se a Alemanha e a França se encontrassem de novo em um campo de batalha, não seria nada amistoso.

E spoiler: Elas vão se encontrar!

4. O medo que criou alianças

Com toda essa tensão, os países começaram a se proteger.

Eles formaram alianças militares para garantir que, se um país fosse atacado,

os outros iriam ajudar.

E foi assim que a Europa se dividiu em dois grandes times.

De um lado, a Tríplice Aliança, formada pela Alemanha,

pelo Império Austro-Húngaro (aquela Áustria, lembra?) e pela Itália.

E do outro, a Tríplice Entente, com a França, a Inglaterra e a Rússia.

Essas alianças, que a princípio deveriam trazer segurança, acabaram fazendo o contrário.

Elas criaram uma rede de obrigações que, no final das contas,

foi um dos motivos para a Primeira Guerra Mundial acontecer.

Afinal, qualquer briga pequena entre dois países poderia puxar os outros para o conflito,

transformando uma briga local em uma guerra global.

Junior, o parceiro de estudos da Fracta
Isso foi só a base

A teoria é só o aquecimento.

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