A guerra começa: da Blitzkrieg ao domínio do Eixo

4 min de leituraHistória

1. A invasão da Polônia

No dia 1º de setembro de 1939, às 4h45 da manhã,

a Alemanha nazista invadiu a Polônia.

Mas não foi uma invasão qualquer, com tanques e soldados marchando lentamente.

Hitler usou uma tática nova e assustadora chamada Blitzkrieg,

que significa "guerra-relâmpago".

E o nome faz todo o sentido!

A Blitzkrieg era uma combinação super rápida e devastadora de tudo o que havia de mais moderno na época:

aviões bombardeando de surpresa, tanques avançando a toda velocidade e, logo atrás,

a infantaria, que eram os soldados de pé.

Os poloneses, que ainda lutavam com táticas parecidas com as da Primeira Guerra,

não tiveram a menor chance.

As defesas deles foram destruídas em questão de horas.

O pior é que, poucas semanas depois, a União Soviética,

seguindo o pacto secreto que havia feito com a Alemanha,

invadiu a Polônia pelo outro lado, no dia 17 de setembro.

Cercada por dois lados, a Polônia foi esmagada.

Em pouco mais de 20 dias, ela simplesmente deixou de existir como um país independente.

Quando a Alemanha invadiu a Polônia,

a Inglaterra e a França não puderam mais fingir que nada estava acontecendo.

Eles haviam prometido ajudar a Polônia se ela fosse atacada.

E assim, no dia 3 de setembro de 1939, eles declararam guerra à Alemanha.

Foi essa invasão que finalmente acendeu o pavio

e deu início à maior guerra da história da humanidade.

2. A guerra-relâmpago e as conquistas do Eixo

Você já deve ter ouvido falar na Blitzkrieg, certo?

Foi a tática que Hitler usou para invadir a Polônia de um jeito super rápido e violento.

E ele não parou por aí.

A ideia era não dar tempo para ninguém reagir.

Em 1940, os alemães invadiram a Dinamarca e a Noruega

para controlar o Mar do Norte e ter uma base de ataque contra a Inglaterra.

Em seguida, as tropas nazistas avançaram para o oeste,

conquistando a Holanda, a Bélgica e o Luxemburgo.

O grande objetivo, no entanto, era a França.

Os franceses, ainda pensando como na Primeira Guerra,

tinham construído uma enorme linha de fortificações na fronteira com a Alemanha,

chamada Linha Maginot.

O que aconteceu?

Os alemães simplesmente deram a volta por ela,

passando pela Bélgica,

e invadiram a França por uma área desprotegida.

A conquista foi tão rápida que, em junho de 1940,

Hitler hasteou a bandeira nazista na Torre Eiffel, em Paris.

Que loucura, né?

Com a França dominada, uma parte do país ficou sob controle alemão.

Na outra parte, foi criado um governo que colaborava com os nazistas, o

Governo de Vichy, liderado pelo Marechal Pétain.

Mas nem todos os franceses aceitaram essa situação.

O general Charles de Gaulle, de dentro da Inglaterra,

organizou a resistência francesa, que lutou bravamente contra a ocupação.

Mas isso vai ficar para depois.

3. A Batalha da Inglaterra

Depois de conquistar a maior parte da Europa continental,

Hitler tinha um novo alvo: a Inglaterra.

A ideia era destruir a força aérea britânica, a Royal Air Force (RAF),

e bombardear as cidades para forçar a rendição.

Por meses, a força aérea alemã, a Luftwaffe, bombardeou Londres sem parar.

A batalha ficou conhecida como a Batalha da Inglaterra.

Mas os britânicos resistiram.

A RAF, mesmo em menor número, lutou com bravura.

Além disso, eles tinham uma tecnologia secreta: o radar, que permitia que eles se preparassem para os ataques aéreos.

Foi a primeira vez que a Blitzkrieg falhou.

A Inglaterra se manteve firme

e, pela primeira vez, os nazistas foram impedidos de avançar.

(Sugestão de recurso visual: Um mapa da Europa de 1940. Use setas para mostrar o avanço da Blitzkrieg, indicando as conquistas da Polônia, Dinamarca, Noruega, Bélgica, Holanda e França. Adicione uma imagem da Torre Eiffel com a bandeira nazista e um ícone de avião sobre a Inglaterra para ilustrar a Batalha da Inglaterra.)

4. O conflito se espalha: África e Ásia

Enquanto isso, a guerra se expandia para outros lugares.

A Itália de Mussolini tentou invadir o norte da África,

mas não se deu muito bem e precisou da ajuda da Alemanha.

As tropas alemãs, chamadas Afrika Korps,

foram lideradas pelo general Rommel, conhecido como a “Raposa do Deserto”.

A guerra no norte da África era estratégica para o controle do petróleo no Oriente Médio.

Ao mesmo tempo, do outro lado do mundo,

o Japão continuava com sua expansão no Pacífico e no Sudeste Asiático.

Eles precisavam de mais recursos naturais para alimentar sua indústria e exército.

O Japão dominou países como a Indochina, as Filipinas e a Malásia,

o que começou a deixar os Estados Unidos bem preocupados.

Junior, o parceiro de estudos da Fracta
Isso foi só a base

A teoria é só o aquecimento.

Você já começou a entender A guerra começa: da Blitzkrieg ao domínio do Eixo. O que muda o jogo é o que vem agora — praticar, tirar dúvida na hora e seguir um plano feito pra você.

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